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Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Caros, caríssimos,
Apesar de eu ter plena convicção de que tal fato não tenha sido considerado por vocês, o sentido e o alcance do papel da religião na esfera pública é fundamental, desde que cada parte (religião e política) possa prestar a ajuda mútua harmônica com respeito mútuo às esfera oposta, sabendo que um depende do outro. Nosso cenário atual lembra um secularismo - os que estamos no meio do mundo e não o deixamos, que formamos famílias e pertencemos a uma pátria, à sociedade e a um meio político, - um secularismo onde não há nada de neutro, mas neutralizador. No atual cenário do mundo secular, os argumentos religiosos são traduzidos pelos crentes e, os não crentes, plagiando as palavras de um grande amigo, encontram-se numa acomodada posição de apenas receber tais conteúdos "traduzidos" e de julgá-los convenientes ou não para o incremento do debate público em muitas questões.
Oram vejam, isto é um erro, porque afastar a relação do diálogo quando as premissas possuem uma natureza espiritual mesmo depois de terem sido explicadas, é querer considerá-las como ilegitimas na órbita da opinião pública.
Tomando o comentário de um pensador, toda sociedade deve olhar para sua própria cultura e resolver os problemas religiosos que surjam, atendendo sua história, sua tradição, e seu objetivos sociais.
Porque a religião deve estar inferiorizada no âmbito público, intelectualmente falando, como se pertencesse a "uma sub-classe" de cidadãos? Porque os crentes têm que retirar as vestes de suas convicções pessoais ao tomarem parte do debate público? É a nossa vida laica que quer fazer reinar o preconceito religioso e deixar a Deus num canto sendo que foi Ele que nos criou, com uma Lei Eterna e Natural muito concreta. É Ele que deve estar no pódium das nossas decisões. Devemos lembrar que o "sereis como deuses" é uma forte tentação para todos nós; eu me incluo nisto em primeiro lugar.
Abraços, Guilherme Giacopini
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Caros Emerson e Pedro,
Sinto, mas a questão é de lei natural. Filhos, só podem vir de um homem e de uma mulher, como Deus nos fez. Arranjamo-nos com vários argumentos, por que, no fundo, algo nos incomoda ou nossa razão, incorretamente iluminada pela Fé, não é capaz de crer. Mas, à parte de que sou católico sim e defendo minha fé, antes que o casamento fosse constituído como Sacramento pela Igreja - por Jesus Cristo, homem e mulher se uniam contratualmente, em unidade e indissolubilidade.
Agora, que existem enganos, erros, fraquezas - e quantas fraquezas todos temos - sim, existem. O que nos falta muitas vezes é humildade para reconhecê-las.
Querer que não hajam homossexuais ou não aceitá-los é um erro. Não é esta a minha posição. Porém, estudem toda a universidade de educação de filhos que há no mundo, no planeta, e verão, de forma simples, que não é preconceito, pelo contrário, é defender nobremente a educação dos filhos, que apenas um pai e uma mãe são capazes de fornecer, com verdadeira propriedade. Olhem, há muitíssima, mas muitíssima mesmo matéria sobre o assunto. Se quiserem, lhes dou uma relação de 100 livros sobre o assunto...além de cursos sobre Amor matrimonial, educação para os primeiros passos, como conversar com os filhos... Então, um fim bom não funciona com meios inadequados, não justifica. O que justifica, sim, é não termos medo à dor, ao sofrimento e lutarmos por dar soluções justas à sociedade - neste caso aos filhos, que lhes proporcione verdadeiramente um futuro promissor, de forma integral.
Olhem, estava trocando uma ideia sobre este assunto com outra pessoa e, a bem da verdade, não fui atrás para encontrar estes links, mas há casais gays que são completamente opostos a terem uma prole porque se pronunciaram como "uma coisa não tem nada a ver com a outra", finalidades distintas; também me chegou o comentário de um casal que achou a ideia ótima, assim poderiam criar também todos os seus filhos gays.
A questão não é exclusão; a questão é tratar todos os assuntos com a devida propriedade. Estão preocupados com razão com as crianças abandonadas em vários sentidos? Bem, vocês podem ajudar adotando. Se cada um fizer a sua parte, a sociedade como um todo será melhor.
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
Concordo. Meu comentário está longo... Jamais Jesus Cristo teria sugerido o amor homoafetivo, pelo menos no sentido que hoje conhecemos. Perdoe-me, digo isto sem querer impor a razão ou humilhar com minhas palavras. Olhe o que a Igreja Católica Apostólica Romana nos ensina. O pecado original destruiu a liberdade perfeita em Deus e Jesus Cristo veio trazer os canais da nossa salvação, que são os 7 sacramentos. Para que pudessemos ter o perdão do pecado original inserido na nossa própria natureza humana através de nosso primeiros pais, Jesus Cristo estabeleceu o sacramento do Batismo, que é quando nos tornamos Filhos adotivos de Deus e podemos ir para o Céu. Sabendo da desarmonia permanente das nossas paixões e que podemos voltar a pecar, nos deu o Sacramento da Misericórdia, ou da Reconciliação, que é Confissão. E, Jesus Cristo santificou - possibilitou a todos os homens que pudessem ser santos diante de Deus, - o Matrimônio: estabeleceu o Sacramento do Matrimônio para tornar santo aquilo que ficara estabelecido por contrato desde a criação do homem. O Matrimônio - o sacramento, abençoa a união entre um homem e uma mulher. Tem como fim primeiro a geração da prole; como fim segundo, o conforto dos esposos. No Matrimônio, os esposos são os próprios ministros do sacramento; o sacerdote abençoa e é o representante da Igreja. Portanto, o que Cristo santificou foi a união entre um homem e uma mulher.
Amar a Deus e ao próximo - é o primeiro mandamento da Lei de Deus. Amor é fundamentalmente doação. Nos esquecemos de nós mesmos, nos colocamos no lugar do outro e praticamos uma ação, que é serviço, misericórdia, entrega, doação, perdão. Olhamos o nosso próximo, e vemos neste próximo que também ele possui o Espirito Santo na sua alma e que também foi criado por Deus. Por isso, quando o amamos verdadeiramente, amamos ao Senhor, amamos a Deus. Nossa liberdade, inteligência e vontade: estes são os verdadeiros tesouros que Deus nos deu e com os quais podemos provar o Amor que ele nos pede. Portanto, a nossa parte afetiva, nos deve auxiliar a isto. Uma afetividade diferente desta, sem absolutamente quaisquer críticas que levem a um julgamento de quem quer que seja - não temos o direito de julgar, é uma afetividade que não diz respeito ao amor que Jesus Cristo nos ensinou.
Guilherme Giacopini, Analista de Informações
Guilherme Giacopini
Comentário · há 5 anos
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